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8 fatores que aumentam a inadimplência no agronegócio – Blog Gestão em Sintonia
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8 fatores que aumentam a inadimplência no agronegócio

A inadimplência está entre os muitos desafios enfrentados pelas empresas brasileiras. Esta é uma preocupação que afeta todos os setores da economia, inclusive o do agrobusiness, pois é sempre um ponto crítico para todos os segmentos. Afinal, trata-se de uma questão que coloca em risco a saúde financeira de qualquer empreendimento. Porém, sob certos aspectos, a inadimplência no agronegócio pode ter efeitos ainda mais graves.

São diversos fatores que contribuem para que isso seja mais delicado nesse segmento. Entre outras coisas, podemos citar as características específicas da atividade. Como exemplo, podemos citar alta demanda de investimento e tecnologia, o alto custo operacional, a inerente sazonalidade entre plantio e colheita, além dos riscos sofridos por variações climáticas inesperadas. E esses são apenas alguns dos fatores que aumentam os riscos e a inadimplência no agronegócio.

Diante dessas particularidades, a inadimplência pode gerar muitos problemas para o desempenho de uma organização do setor agrícola. Isso dá a esse tema um peso estratégico muito grande, tornando essencial conhecer sua dinâmica e suas causas.

Para ajudar a lidar com esse problema e evitá-lo ao máximo, reunimos neste artigo alguns dos principais fatores que contribuem para gerar ou agravar esse problema. Veja a seguir quais são e fique melhor preparado para enfrentá-los!

O cenário da inadimplência

Podemos dizer que a inadimplência está sempre assombrando a economia e as empresas em geral. No entanto, suas taxas costumam subir e preocupar mais em períodos de recessão econômica. É neste momento que gestores devem estar ainda mais atentos aos riscos da inadimplência no agronegócio.

Para se ter uma ideia, em dezembro do ano passado, o número de empresas brasileiras em situação de inadimplência era de 5,3 milhões. Os dados são do Serasa Experian.

Esse é um número que revela a dimensão do problema e expões os riscos que ele traz para o agronegócio. Basta pensar no volume de recursos financeiros que, ao deixar de serem recolhidos, comprometem aspectos de gestão cruciais como capital de giro, formação de estoque, investimento em máquinas etc.

Com este cenário fica claro o quão importante é estar preparado e conhecer as circunstâncias que podem favorecer um agravamento da situação no seu negócio. E, principalmente, saber como identificar sinais que devem acender a luz de alerta para que se atue de forma preventiva à inadimplência no agronegócio.

8 fatores que geram inadimplência no agronegócio

1. Ausência de processos estruturados

Não é possível ter pleno controle sobre a inadimplência no agronegócio. Então, além de buscar ações para evitá-la, o gestor deve também estar preparado para neutralizar seus danos caso ocorra. E, do ponto de vista financeiro, isso requer uma estrutura de processos eficiente.

A ausência de processos otimizados é algo que sempre contribui para o desperdício de recursos, sejam eles financeiros ou materiais.

Com relação à inadimplência no agronegócio, não investir em aplicações, sistemas e em um planejamento de processos de finanças é correr o risco de ser pego de surpresa. Em outras palavras, é estar mais vulnerável a sofrer perdas diante de uma súbita alta na inadimplência.

2. Ineficiência na análise de crédito

Na esteira dos processos do tópico anterior, a análise de crédito passa pelo mesmo princípio. Ela deve ser feita sob a ótica da eficiência de processos, de forma que tenha capacidade de entregar análises com o máximo de precisão possível.

Quando não há planejamento e organização – amparados por sistemas e soluções digitais modernas e pessoal treinado – há grandes chances da análise ser imprecisa.

É da informação precisa e acessível que se deve basear as decisões de análise de crédito. Quando não há recurso tecnológico e humano preparados para realizar esse trabalho adequadamente, cresce exponencialmente o risco de inadimplência.

 3. Sistemas de gestão obsoletos

O alcance e a dimensão que o agronegócio tem hoje no Brasil e no mundo não permitem mais que sua gestão seja obsoleta. Empresas que não investem na modernização e profissionalização de seus negócios estão sempre sujeitas a sofrerem com a falta de planejamento, de visão de mercado e de análise de tendências.

Sem uma gestão capacitada e suportada por ferramentas atuais e inovadoras, não há empresa, seja ela agro ou não, que consiga enfrentar intempéries como crises econômicas e aumento da inadimplência.

4. Informalidade

Ainda muito presente em empresas de perfil familiar, a informalidade pode dar a ilusão de desburocratização e simpatia. A verdade, porém, é que ela oferece riscos de diversas naturezas.

Situações como a não emissão de nota fiscal ou a ausência de um contrato para garantia de cumprimento de acordos estão entre as formas de informalidade que podem prejudicar um negócio.

No primeiro caso há, naturalmente, a questão legal, que tende a resultar em multas pesadas e até em inquéritos policiais. Na segunda, trata-se de abrir mão de proteção legal contra eventuais perdas. E ambos os casos aumentam exponencialmente o risco de inadimplência no agronegócio.

São apenas dois exemplos, podemos citar muito mais casos comuns de informalidade. O importante é pontuar que esta situação vai na contramão de processos eficientes.  O que em um primeiro momento pode parecer mais simples e descomplicado tende a se tornar no futuro um grande problema.

5. Sistema de cobrança defasado

A cobrança é uma parte fundamental para lidar com a inadimplência. Por isso, é importante que disponha de sistemas e recursos avançados para realizar um trabalho preciso e eficiente.

Diante de tantas soluções digitais de cobrança, manter um sistema desatualizado e obsoleto é abrir mão de reduzir a taxa de inadimplência do negócio. É preciso investir nesse departamento, para que ele seja capaz de reverter a situação dos inadimplentes.

6. Falta de flexibilidade na negociação

Muitas vezes, o que elimina uma situação de inadimplência é a realização de um bom acordo para a solução da dívida. Mas, para que isso seja vantajoso para a empresa, é necessário dispor de ferramentas capazes de criar alternativas de diversos formatos. Isso representa flexibilidade, que é diferente de oferecer apenas uma ou duas propostas de solução.

A flexibilidade demanda não apenas um leque maior, mas também a certeza de que todas as alternativas sejam interessantes para o negócio.

7. Falta de controle de processos

Não basta ter os melhores processos, é preciso que haja controle sobre eles. Isso demanda um ferramental capaz de trazer informações em tampo real sobre resultados, objetivos e desempenho.

Sem esse controle de processos, fica difícil atuar de forma assertiva para corrigir problemas e desvios, fazendo ajustes para garantir a máxima eficiência.

8. Gestão financeira inadequada

Por fim, englobando tudo que já foi dito, é essencial uma gestão financeira moderna, com profissionais preparados auxiliados por sistemas e aplicações digitais inovadoras.

Nesse sentido, há diversas ferramentas de gestão disponíveis no mercado e que podem fazer a diferença. Elas são adaptáveis aos mais variados tipos de empresas, podendo atender perfeitamente ao agronegócio em todas as suas especificidades.

Reduzir a inadimplência no agronegócio é um desafio constante. Para ser bem-sucedido, é necessário se cercar do que há de mais atual em ferramentas de gestão. Porém, com pessoas preparadas e visão de negócios apurada, certamente esse problema poderá ser solucionado e controlado de forma a não causar danos à saúde financeiro da empresa.

E na sua visão? Quais outros fatores influenciam na inadimplência? Deixe seu comentário!

Pelo desejo intrínseco de empreender, de criar algo que fosse valorizado pelo mercado e que tornasse a gestão das organizações mais simples, mais assertiva e que as colocasse em um outro patamar, o da inovação e alta performance, é que pensamos a Optimize.  Venha e junte-se a nós!

 

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