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Big Data ou Business Intelligence: qual é a melhor? – Blog Gestão em Sintonia
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Big Data ou Business Intelligence: qual é a melhor?

A revolução digital das últimas décadas tem impactado profundamente o mundo dos negócios. Novos conceitos, novas tecnologias e novas possibilidades nascem a cada dia. Com isso, surgem novas ferramentas que potencializam a capacidade das empresas de entenderem e aperfeiçoarem seus negócios. É nessa onda de avanços tecnológicos que surgem duas frentes de inovação cada vez mais valorizadas pelo mundo corporativo: o Big Data e o Business Intelligence (BI).

Como toda novidade, esses dois conceitos ainda geram dúvidas e informações desencontradas. Muitos acham que são a mesma coisa, outros acham que são soluções mutuamente excludentes, como se fosse impossível adotá-las ao mesmo tempo. É possível até que haja quem as considere desnecessárias, o que seria o maior equívoco de todos.

Preparamos este artigo para ajudar a esclarecer quais são as diferenças entre eles e como cada um, dentro das suas potencialidades, pode ser importante para o seu negócio. Com essas informações, você poderá decidir qual deles é a melhor opção para sua empresa neste momento. Veja a seguir!

O que é Big Data e o que é Business Intelligence

Antes de comparar é preciso entender isoladamente cada uma dessas tecnologias e, principalmente, o conceito por trás delas. Somente após essa compreensão será possível determinar quais vantagens cada uma apresenta e quais podem ser as que seu negócio precisa. Para isso, vamos responder duas perguntas básicas.

O que é Business Intelligence?

Esse é um conceito que podemos traduzir como Inteligência de Negócios. Trata-se de uma tecnologia capaz de coletar informações estruturadas de diversos sistemas da empresa ou relacionados a ela e apresentá-las em tempo real.

Em outras palavras, o Business Intelligence agrega, filtra, condensa, organiza e exibe de forma objetiva e gráfica dados que podem vir de sistemas automatizados como ERPs (Enterprise Resource Planning), CRMs (Customer Relationship Management), planilhas internas, relatórios. Além de fontes oficiais externas como câmbio, bolsa de valores, indicadores econômicos, informações de mercado entre outros.

Ao dispor de uma ferramenta como essa, um gestor tem ao seu alcance dados atualizados em tempo real que permitem agilidade e assertividade na tomada de decisões. Isso porque ele passa a dispor de uma visão ampla, precisa e diversificada sobre vários aspectos do negócio, criando uma gestão mais eficiente.

Na maioria dos sistemas de Business Intelligence, esses dados são exibidos em um painel de controle, por meio de gráficos e com a possibilidade de cruzamento, personalização e detalhamentos imediatos. Assim, um gestor pode acompanhar aspectos como níveis de produtividade, desempenho da equipe, vendas do dia, tempo médio de atendimento, resultados financeiros, relatórios de mercado e mais incontáveis elementos essenciais a uma atuação estratégica.

Como instrumento de gestão, o BI se apresenta como uma fonte riquíssima de insumos capazes de direcionar os gestores para as melhores decisões a respeito de suas áreas e do negócio no qual atuam.

O que é Big Data?

Como o nome sugere, Big Data é uma tecnologia que permite o cruzamento de um volume gigantesco de dados coletados em uma imensa quantidade de fontes. Basta pensar no tanto de informação que circula hoje em dia para se ter uma ideia do volume de dados e fontes disponíveis a qualquer momento por meio de:

  • motores de busca (Google, principalmente);
  • redes sociais (facebook, twitter, instagram, snapchat etc)
  • dispositivos eletrônicos (computadores, smartphones, smartvs);
  • aplicativos;
  • sites de notícias;
  • relatórios econômicos oficiais;
  • bancos de dados etc.

É a partir dessas e de incontáveis outras fontes que um sistema de Big Data atua cruzando dados, gerando correlações, identificando tendências. Com isso é possível descobrir coisas novas e inesperadas sobre um segmento, um mercado ou um perfil de consumo, para ficar apenas em três exemplos.

Existem cinco elementos que são a base do que um autêntico processo de Big Data deve observar. São eles:

Volume: se refere à quantidade de dados processados em tempo real.

Variedade: se refere às diversas fontes de onde os dados são coletados.

Velocidade: diz respeito à agilidade com que o volume e a variedade de informações podem ser cruzadas e analisadas.

Veracidade: trata-se de separar o joio do trigo, ou seja, distinguir o que é dado confiável e o que não é, garantindo que a informação seja verdadeiramente sólida.

Valor: a análise das informações devem gerar valor, para isso é preciso saber o que analisar e em qual contexto.

Essa imensa capacidade de processamento exige maturidade da empresa em analisar, estruturar e apresentar dados e informações. Algo que, como já vimos, o Business Intelligence proporciona inicialmente.

As diferenças entre os dois conceitos

Explicados os conceitos e aplicações de cada um, é possível perceber as diferenças e semelhanças entre eles. Embora ambos sejam ferramentas capazes de coletar uma grande quantidade de dados para convertê-los em informações melhor estruturadas, a grande diferença entre eles está na escala e no propósito.

Enquanto o Business Intelligence lida com um universo relativamente mais específico de dados (ainda que bastante amplo), o Big Data vai muito além e amplifica seu alcance para uma dimensão muito maior. Esta é a diferença de escala.

Porém, maior não significa, necessariamente, melhor. É onde entra a questão do propósito.

Uma ferramenta como o Business Intelligence tem o objetivo claro de ser um recurso para a tomada de decisão. Ele tem o potencial de, a qualquer momento, dar um diagnóstico preciso e atualizado de qualquer aspecto do negócio e do seu mercado, oferecendo um leque de opções para os rumos táticos e estratégicos. Assim, o volume de dados com que ele trabalha não apenas é menor que no Big Data como também mais especificamente direcionado. Sua utilidade, assim, é imediata.

No Big Data, o volume é imensamente maior. Seu propósito é muito mais amplo, sendo ele um recurso que pode identificar coisas que muitas vezes nem se sabia que podiam ser identificadas.

Um modo simples de diferenciá-los é entender que o Business Intelligence pode responder qualquer pergunta sobre o seu negócio, mas o Big Data pode responder a perguntas que ainda nem foram feitas. Na verdade, ele é capaz de formular novas perguntas e dar novas respostas.

Afinal, qual a melhor opção para minha empresa?

A resposta a essa pergunta não se trata de uma escolha entre um e outro, mas de uma evolução de um para o outro. Ou seja, quando bem empregados, no momento certo, atuam como soluções complementares e não concorrentes.

Porém, a adoção do Big Data exige um nível elevado de maturidade da empresa no que se refere a coleta e tratamento de dados. Adotá-lo sem antes ter uma base e uma boa experiência nesse sentido pode ser desperdício de recursos, pois ele não atingirá seu potencial de forma plena e objetiva.

Assim, o ideal é que as empresas iniciem com um sistema de Business Intelligence, ganhando experiência e aplicabilidade de seus muitos recursos, que já são muitos. Somente após a plena utilização desse conceito de fluxo de informações é que se pode pensar em evoluir para algo maior. É quando o Big Data poderia chegar para atuar, complementando o que o BI já faz, mas indo a um outro patamar.

A conclusão é que tanto Business Intelligence quanto Big Data são tecnologias e conceitos semelhantes naquilo que fazem, mas diferentes em como fazem e, principalmente, em como entregam resultados. Não são excludentes, mas complementares, desde que sejam adotados no momento certo de maturidade tecnológica do negócio.

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